O papel dos gigantes “PORTÊINERS” no transporte de contêineres no mundo.

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Transporte de containers

Quanto menos tempo for gasto para cumprir as tarefas logísticas, mais rapidamente as mercadorias são despachadas para o seu destino. Com isso, minimizam-se os custos operacionais. Para alcançar esse objetivo o setor conta com equipamentos como o portêiner. Esse gigante da logística é uma das máquinas especiais para a carga e descarga de mercadorias.

O que é um portêiner?

Os portêineres (ou container crane, guindaste de contêiner em inglês) são equipamentos com função de agilizar a movimentação dos contêineres no momento de carga e descarga em estações de logística intermodal. Localizados ao berço do porto, onde os navios cargueiros atracam, os guindastes dos portêineres realizam de forma automatizada o embarque ou desembarque das cargas.

Cada unidade tem valor médio de R$ 15 milhões, incluindo custos de instalação. No Porto de Santos existem apenas dois portêineres, o que explica a defasagem operacional e logística da principal estrutura portuária do país. Para dificultar, existem poucos profissionais capacitados a operar o equipamento. Um portêiner em operação consegue movimentar até 45 contêineres por hora.

Os modelos usuais conseguem movimentar dois contêineres tipo TEU (Unidade Equivalente a 20 pés) por vez, suportando carga de 65 toneladas. No entanto, algumas variações mais recentes do equipamento tem o dobro da capacidade.

Um portêiner, também conhecido como STS (Ship to Shore Crane), é um guindaste para uso portuário que é montado sobre uma estrutura pórtica. A sua função é fazer a movimentação de contêineres.

Atualmente, portêiner é o equipamento mais importante para a logística operacional, porque essa é a máquina que carrega ou descarrega os navios. Então, é ela que faz a conexão entre modais, seja no recebimento da mercadoria que vai seguir em caminhões, seja carregando os navios que partirão para outros países.

Portêineres são equipamentos muito robustos e com largas dimensões, com cerca de 120 metros de altura e 1.600 toneladas. Existem diversos tipos de modelos de portêineres que também suportam diferentes pesos de carga. Os modelos são fabricados sempre com base na solicitação dos terminais especializados e também na demanda que representam.

Um modelo usual de portêiner, para se ter uma ideia do seu potencial operacional, é capaz de suportar o peso de dois contêineres do tipo TEU, que possuem cerca de 20 pés cada. E o peso total que uma máquina como essa levanta é de 65 toneladas. Isso se levarmos em consideração um equipamento usual, porque há aqueles que conseguem trabalhar com números ainda maiores.

Um portêiner como esse pode movimentar cerca de 45 contêineres, o que faz com que as operações de carga e descarga sejam muito mais rápidas, evitando filas nos portos. Seu formato em portal possibilita que o navio se posicione sob ele para que a lança levadiça se mova e faça a carga ou descarga dos contêineres.

Os portêineres são divididos em classes, sendo que cada uma delas é capaz de atender de forma mais eficaz uma necessidade operacional.

As quatro principais classes de portêineres que existem são:

  • Feeder
  • Panamax
  • Post-Panamax
  • Super Post-Panamax

O feeder é classe dos menores portêineres, que geralmente fazem a movimentação de cargas em navios alimentadores. Já as outras três classes possuem mais tecnologia, porte e também capacidade de carga.

A classe Super Post Panamax tem uma capacidade operacional que ultrapassa 20 contêineres enfileirados. A sua lança possui mais de 55 metros, com altura de hoits (guincho) maior que 35 metros e mais de 50 toneladas de SWL (Safety Working Load).

Onde o portêiner é mais utilizado?

Esse equipamento é utilizado pelas empresas, porque é a forma mais rápida e segura de movimentar as cargas para dentro do navio ou continente. Como dito, essa máquina é rápida, e por isso faz com que as operações logísticas sejam cumpridas em menor tempo.

Assim, os navios permanecem menos tempo também atracados no cais, o que evita o congestionamento nesse local pela lentidão da logística. O Porto de Santos, por exemplo, possui portêineres para acelerar suas operações, porém, ainda assim, sua movimentação de cargas é mais lenta do que os maiores dos portos do mundo, como em Xangai.

Sem o portêiner o trabalho nos portos seria dificultado, porque, embora existam opções para sua substituição, como os guindastes, o portêiner ainda é mais ágil. Por isso, é o equipamento mais utilizado em portos com intensa movimentação de cargas em contêineres.

Fonte: https://www.bloglogistica.com.br e https://lotuslogistica.com


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